É uma figura típica e simpática das marchas. Ultimamente tem falhado algumas. Espero que com esta pequena homenagem se resolva a fazer-nos companhia com a frequência de antigamente. Toda a gente conhece, é a Teresa de Albufeira.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
PRÓXIMA MARCHA - MONCHIQUE
"O concelho de Monchique entra na história com a presença dos romanos nas Caldas de Monchique, atraídos pelo poder curativo das suas águas. Nos séculos seguintes a serra foi-se povoando lentamente e no séc. XVI Monchique era já uma povoação suficientemente importante para merecer a visita do rei D. Sebastião (1554-1578) e este ter pretendido conceder-lhe o estatuto de vila.
A tecelagem de lã e do linho, as actividades relacionadas com a madeira de castanho, contribuíram para a prosperidade e desenvolvimento de Monchique, de tal forma que, em 1773, foi promovida a vila.
As alterações económicas provenientes da industrialização significaram a perda da actividade têxtil e de outras manufacturas. Hoje Monchique é uma vila airosa, com um artesanato activo, uma economia diversificada e virada para o turismo e para a produção artesanal de produtos que são testemunhos da riqueza cultural da serra".
(retirado do sítio da CMM).
Concelho com 396 km2 e 6440 habitantes, distribuídos por 3 freguesias (Alferce, Marmelete e Monchique).
Suba até à Foia e durante o percurso aprecie a floresta de sobreiros, eucaliptos e castanheiros. Almoce por lá. São famosos os enchidos e os presuntos. Prove o melhor medronho do Algarve. E tente encontrar o bolo do tacho, os bolos de amêndoa e gila, o pudim de mel ou os pasteis de batata doce. Hum…………………......
A concentração é às 9H30 no Heliporto.
terça-feira, 18 de maio de 2010
GALERIA DOS NOTÁVEIS FIGURÕES
Olhão está sempre bem representado. Nesta foto estão o Fernando Rodrigues, o José Assis, o Silvério Augusto, a Manuela Mestre, a Eugénia Mestre, a Idalina Marques e o Alfredo Antunes. No canto direito quase fora da fotografia a esposa de um deles (desculpem, não sei o nome da senhora, mas podem escrevê-lo na caixa de comentários).
MARCHANTE DA SEMANA
A Maria Eulália vem de Faro, é uma "menina" simpática e já faz parte da mobília. Vai a todas e suspeito que, para manter aquele corpinho de atleta, também faz umas marchitas ao longo da semana. Será assim Maria Eulália?
domingo, 16 de maio de 2010
MARCHA DE ALBUFEIRA
Foi um excelente dia para a prática da marcha. Sol, temperatura amena e uma grande participação de marchantes. Foi uma marcha citadina com 2 km de caminho de terra batida. Uma certa confusão no percurso devido a diversos cruzamentos de itinerários com os marchantes mais atrasados, e algum perigo nas estradas devido ao trânsito. Seria bom que a Junta de Freguesia pensasse em mudar o percurso para outro local (marina, por exemplo). No entanto pareceu-me que os cerca de 700 marchantes acabaram por se retirar para suas casas satisfeitos e será com prazer, certamente, que voltarão no próximo ano a Albufeira.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
PENSAMENTOS DO DIA
-Um homem é como um soalho flutuante: Se for bem montado pode ser pisado durante mais de 30 anos.
-A mulher está sempre ao lado do homem, para o que der e vier; já o homem, está sempre ao lado da mulher que vier e der.
-A mulher está sempre ao lado do homem, para o que der e vier; já o homem, está sempre ao lado da mulher que vier e der.
MARCHANDO E RINDO
Conversa, ouvida na marcha de Moncarapacho, entre marido e mulher:
- Querido, o que é que tu preferes: uma mulher bonita ou uma mulher inteligente?
- Ó querida, nem uma, nem outra. Eu gosto mesmo é ti.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
GALERIA DOS NOTÁVEIS
Helder Oliveira é também uma figura das nossas marchas. Antigo atleta da marcha (participou em dois campeonatos da Europa, em 1987 e 1990, nos jogos olímpicos de Seul em 1988 e em três taças do mundo em Barcelona, Nova Iorque e Califórnia) e continua a acompanhar-nos e a dar-nos uns "bigodes". É o organizador de todas as marchas no concelho de Olhão. Homem de verbo fácil, simpatiquíssimo, bom conversador, boa pessoa.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
PRÓXIMA MARCHA - ALBUFEIRA
A origem de Albufeira perdeu-se através dos tempos. Sabe-se que terá sido um importante porto de mar e que teria sido povoada na pré-história.Durante a ocupação romana adquiriu o nome de Baltum. Vieram os Árabes e passou a chamar-se Al-buhera, que significa “castelo do mar”. As fortificações que ali construíram permitiram-lhes resistir muito tempo aos conquistadores cristãos, sendo uma das últimas terras a serem conquistadas no Algarve. Foi D. Afonso III que o consegue e a entrega à Ordem de Avis. D.Manuel I concede-lhe o foral em 20 de Agosto de 1504 (o seu feriado municipal é nesse dia).
Albufeira é, hoje, um importante centro turístico. Descoberta pelos ingleses nos anos sessenta, não mais parou de crescer. O concelho tem uma área de 140 km2, 5 freguesias (Albufeira, Ferreiras, Guia, Olhos de Água e Paderne) e 31.500 habitantes residentes.
E é na "vila branca em mar azul" que vamos marchar no Domingo. E, certamente, lá estaremos todos.
terça-feira, 11 de maio de 2010
QUATRO BELOS FIGURÕES
Fizeram 5 km mas foram feitos com asseio e classe. Vieram de Faro até Moncarapacho e são a Arminda Amaral, o Alfredo Sousa, o José Ribeiro e a Maria do Pilar. Força pessoal, ainda temos 500 marchas para fazer até irmos marchar para outro lado.
MARCHANTES DA SEMANA
Em Moncarapacho estiveram a Ana, o Carlos e a Arminda, gente boa de Olhão. São daqueles que vão a todas.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
AS CRÓNICAS DO JORNAL "O ALGARVE"
A DULCE E A SUECA
Estais certamente lembrados da crónica “O casal Loureiro e a lenda das amendoeiras em flor” publicada neste jornal, e reproduzida no blogue www.algarvemarchas.blogspot.com. A Dulce Loureiro, mencionada nessa crónica, é uma apaixonada por jogos de cartas. Uma boa “suecada” fá-la exultar quando ganha e acabrunhar quando perde.
Num dos seus raides pelo nosso Algarve (ela vive em Arazede, perto de Coimbra) além da presença nas marchas, também não prescinde da habitual jogatina de sueca. Por sabermos do seu gosto por esse jogo, eu e minha mulher aceitamos sempre o seu repto, enfrentando o casal Loureiro naquele exercício tão esgotante para os nossos traseiros e repousante para as nossas pernas. Eu, que não nutro especial prazer em jogos pouco movimentados, acabo sempre as maratonas de sueca divertidíssimo, não porque as vitórias ou as derrotas determinem os meus estados de alma, mas sim porque é um prazer enorme assistir às reacções da Dulce. Quando ganha os olhinhos brilham de satisfação e de gozo pelo massacre infligido ao adversário. Quando perde, há sempre uma desculpa engraçada. Ou as cartas foram madrastas, ou nós estávamos com “ela toda”.
Num sábado à noite, véspera da marcha da Conceição de Tavira, decorreu um embate memorável de sueca entre nós e a Dulce e o marido. Memorável porque a nossa derrota excedeu as previsões mais pessimistas. Os ases, os setes, os trunfos fluíam nas mãos dos Loureiro e nós, pobres adversários, levámos uma goleada de que não nos recomporemos nos próximos anos. A Dulce exultava, ria, gozava. Só para ver a felicidade estampada na cara da Dulce, valeu a pena a humilhação de tão exuberante derrota.
No dia seguinte, às 9h30 já estávamos na Conceição. Utilizámos o meu carro, não só pela economia de combustível, mas também porque é mais divertido viajar com gente simpática. A Dulce talvez inebriada pela retumbante vitória da noite anterior, não deve ter dormido o suficiente, pelo que uma arreliadora dor de cabeça a atormentava, e ficou no carro a descansar um pouco. Como faltavam ainda 30 minutos para o início da marcha, a Dulce, sem que eu me apercebesse, deita-se no banco de trás do carro, passando um pouco “pelas brasas”.
Próximo das 10 horas, não vendo a cabeça da Dulce sobressair no banco traseiro, concluo que ela já estaria cá fora pronta para marchar, e tranco o carro à distância. Já a marcha ia fora da localidade quando o meu telemóvel toca e a Dulce, do outro lado, exasperada, me diz ter ficado fechada no carro. Regresso, em corrida, com receio de alguma manifestação claustrofóbica, para a libertar da prisão a que, involuntariamente, a submeti, e para não a privar da actividade da marcha de que ela tanto gosta. Acompanhei-a na recuperação do grupo, que já ia longe, com a consciência pesada da falha que cometi, mas com algum gozo pela situação cómica que estava a viver.
No fim da marcha a Dulce, sorrindo com matreirice e com aquele seu característico ar brincalhão, acusou-me, de eu ser vingativo e de a ter trancado, de propósito, devido à derrota, humilhante, da noite anterior. E ria-se, até às lágrimas, a “malvada”. Que fiquei com pouca vontade de jogar à sueca outra vez, confesso, humildemente, que sim, mas que da derrota resultasse um sentimento tão pobre de vingança, garanto que não. E afirmo isto, solenemente, cruzando os dedos indicador e anelar, fazendo o que em criança chamávamos de “figas”.
Nota: Fazer “figas” significa repúdio ou indignação ou é gesto que se faz para dar sorte, mas quando criança utilizava tal gesto como perdão para uma mentira.
domingo, 9 de maio de 2010
MARCHA DE MONCARAPACHO
Olhão recebeu-nos mais uma vez com a habitual alegria e simpatia. É sempre uma experiência muito agradável sermos recebidos pelo profissionalismo do Helder Oliveira. Foi uma marcha linda e sem defeitos e que contou com a presença do Director do IDP, o Prof. Joaquim Duarte, o que revela o interesse que a actual direcção tem por esta actividade semanal. Também é de realçar o interesse da C.M.de Olhão pela saúde física dos seus habitantes. Reparámos que ao longo da semana há diversas actividades físicas dirigidas à população, e que na próxima sexta-feira haverá uma marcha convívio nos Pinheiros de Marim.
sábado, 8 de maio de 2010
PENSAMENTO DO DIA
"Quando ouvir, numa marcha, o BZZZZZZZ de uma melga deixe que ela pique, porque .......... dar sangue é salvar uma vida !!"
sexta-feira, 7 de maio de 2010
MARCHANDO E RINDO
Um agricultor, resolveu ir a pé de volta para a sua quinta. No caminho, comprou um balde, uma lata de tinta, dois frangos e um ganso vivos.
Quando saiu da loja, parou e ficou a pensar como iria levar as compras para casa. Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma marchante já velhinha que lhe disse estar perdida dos outros marchantes e lhe perguntou:
- Pode explicar-me como chego até ao Barão de S.João?
- Bem - diz o agricultor - a minha quinta fica próxima desse local. Eu levaria a senhora até lá, mas ainda não resolvi como vou carregar tudo isto.
A velhinha então sugeriu:
- Olhe, coloque a lata de tinta dentro do balde, carregue o balde numa das mãos, um frango sob cada braço e o ganso na outra mão.
- Muito obrigado... - disse o homem - é uma boa ideia.
A seguir, partiram os dois para o destino.
No caminho, ele disse:
- Vamos cortar caminho por este atalho, pois assim economizamos muito tempo.
A velhinha olhou-o cautelosamente e disse:
- Eu sou viúva, solitária e não tenho marido para me defender. Como vou eu saber se quando estivermos no atalho você não me falta ao respeito e abusa de mim?
Diz o homem:
- Impossível, estou a carregar um balde, uma lata de tinta, dois frangos e um ganso vivos. Como poderia eu fazer isso com tanta coisa nas mãos, porque se soltar as aves elas são as primeiras a fugir?
Responde a velhinha:
- Simples, coloque o ganso no chão, ponha o balde invertido sobre ele, coloque a lata sobre o balde que eu seguro os frangos...
quinta-feira, 6 de maio de 2010
NOTÁVEL FIGURÃO
quarta-feira, 5 de maio de 2010
PRÓXIMA MARCHA - MONCARAPACHO
Freguesia do concelho de Olhão, com 75 km2 de área e 7590 habitantes.
Mas de onde virá este original nome?
Carapacho é uma palavra espanhola que significa carapaça. Do monte via-se o mar e o mar à distância parecia uma carapaça. A junção da palavra monte e carapacho pode ter dado origem ao actual nome.
Outra explicação tem a ver com o Cerro de S.Miguel ou Monte Escarpado. Estes dois nomes evoluíram para o actual através dos tempos.
Há quem diga, também que existiria no monte uma mulher que fabricava capachos. Era o Monte dos Capachos, mais tarde Moncarapacho.
Independentemente destas explicações, qual delas a mais original, sabe-se que Moncarapacho já existia em 1368 (reinado de D. Fernando) e que passou a ser freguesia em 1471.
Visite-se a Igreja Matriz e repare-se no portal da Renascença do Sec. XIV.
Suba ao Cerro de S. Miguel e deslumbre-se com as vistas do litoral de Albufeira a Espanha e a norte da Serra do Caldeirão.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
MARCHANTES DA SEMANA
São o Sérgio, a Maria Tomé, a Iolanda e o Matias. Sempre presentes, contribuem para o sucesso das nossas marchas. Venham sempre.
domingo, 2 de maio de 2010
MARCHA DE SILVES
Normalmente, os nossos amigos marchantes gostam de desfrutar das delícias dos percursos campestres. Mas, hoje, Silves reservou-nos uma deliciosa surpresa. Brindou-nos com uma marcha citadina em cujo roteiro se incluia uma visita às cercanias e ao interior do castelo. Apreciámos de perto este monumento nacional (desde 1910), o maior do Algarve, e verificámos o estado fantástico da sua conservação. A cisterna da moura, com 10 metros de altura e a cisterna dos cães com 60 metros de profundidade fazem-nos imaginar como seria viver naqueles tempos. A cor vermelha é devido ao material de que é construido, grés e taipa, abundantes na região. Pela sua originalidade esta foi uma das mais belas marchas desta época. Obrigado aos organizadores.
sábado, 1 de maio de 2010
MARCHANDO E RINDO
Para maiores de 60 anos, desde que acompanhados pelos pais:
Dois amigos encontram-se na marcha de Vila do Bispo:
Dois amigos encontram-se na marcha de Vila do Bispo:
- Que cara triste é essa, rapaz?
- Nem queiras saber, estou cá com uma depressão, que nem as marchas já me alegram.
- Tretas. Tenho um remédio óptimo para isso. Quando estou deprimido vou para casa, pego na minha mulher e vou com ela para a cama. No instante seguinte estou outra vez óptimo.
- Boa ideia. Será que a tua mulher está em casa?
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