A Isaltina Grade e a Anabela Pinheiro, a treinarem para uma caminhada de Valença a Santiago de Compostela (mais de 100 km para 5 etapas). Grandes mulheres. Assim é que é.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
MARCHA DE PADERNE
Depois de uma semana invernosa soube tão bem receber o sol nesta belíssima marcha. Paderne, as suas gentes, o seu passado histórico, o seu património, mereceram esta marcha soalheira, excelentemente organizada. A passagem pelo castelo, esse ex-libris local que, apesar de degradado, ainda se passeia por todo o mundo "agarrado" à nossa bandeira, de que é um dos 7 castelos ali representados, e que, só por esse motivo já merecia uma cuidadosa e fiel reconstrução. Dentro do castelo a Ermida de Nossa Senhora da Assunção ou Ermida da Senhora do Castelo, também mereceu o olhar atento dos marchantes, olhar triste, certamente, por se verificar o estado em que ficou depois de anos de abandono e vandalismo, que a despojou de todo o seu espólio, de tal forma que hoje só restam as paredes mestras. A passagem pela ponte do castelo, ponte romana de três arcos, com os seus característicos pilares prismáticos para melhor cortarem o caudal da ribeira de Quarteira em tempos de caudal intenso.
Enfim, foi mais uma marcha lindíssima, que nos fez recordar o nosso passado histórico, ao mesmo tempo que exercitávamos os nossos músculos num percurso algo duro, mas fácil porque a paisagem do barrocal padernense nos ajudava a esquecer a rudeza do caminho.
Organização impecável da Junta de Freguesia de Paderne com a pequena excepção do abastecimento de águas que, pelo facto de ter sido feito em dois locais diferentes, contribuiu para que uns recebessem duas garrafas e outros nenhuma.
Presentes autocarros de Faro, Aljezur, S. Brás de Alportel, Lagos. Monchique, Olhão e, aleluia, SILVES (vamos ver se é para continuar).
Restantes fotos AQUI.
sábado, 5 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
MARCHANDO E RINDO
Um casal está jantando num restaurante
de luxo, quando entra uma loira estonteante que, aproximando-se da mesa, dá um beijo no marido e diz:
- Depois a gente se vê, ok ?
E vai embora.
A esposa olha para o marido com olhos esbugalhados e diz:
- Tu podes explicar-me quem diabo é essa mulher?
- É a minha amante..., responde o marido calmamente.
- Ah, não! Essa é a gota que fez transbordar o copo. Quero o divórcio já. Vou
contratar o melhor advogado e não vou parar até te destruir.
- Eu entendo-te, querida - diz o esposo com total tranquilidade - mas tem em
conta que se nós nos divorciarmos não haverá mais nada para ti, nem viagens à
Cortina D'Ampezzo, nem cruzeiros nas Caraíbas, nem um BMW novo todos os anos, nem
restaurantes de luxo... e vais ter que sair da mansão de 26 assoalhadas, que
tanto gostas de esfregar na cara das tuas amigas porque eu vou comprar-te uma
casa bonita, mas muito menor. Isso sem mencionar que se pensas contratar um
advogado tão bom, os honorários dele vão comer-te metade do pouco que consigas
tirar de mim... porque tu bem sabes que eu não sou burro e advogados "feras"
é o que mais tenho nas minhas várias empresas. Mas, enfim, a decisão é tua...
Nesse momento, entra no restaurante um amigo do casal, acompanhado por uma
morena deslumbrante.
- Quem é aquela fulana que está com o Sérgio? - pergunta a esposa.
- É a amante dele.
- Ah! A nossa é bem mais bonita, né
amor?
quinta-feira, 3 de abril de 2014
O SABER NÃO OCUPA LUGAR
UM HOMEM EXTRAORDINÁRIO
Hamilton Naki, um negro sul-africano de 78 anos, morreu em maio de 2005. A notícia não apareceu nos jornais, mas a sua história é uma das mais extraordinárias do século XX.
Hamilton Naki, um negro sul-africano de 78 anos, morreu em maio de 2005. A notícia não apareceu nos jornais, mas a sua história é uma das mais extraordinárias do século XX.
Naki era um grande cirurgião. Foi ele quem retirou do corpo da doadora o
coração que foi transplantado em Louis Washkansky em 1967 na Cidade do Cabo, na
primeira operação de transplante cardíaco realizada com êxito. Era um trabalho
muito delicado. O coração doado teria que ser retirado e preservado com o
máximo cuidado. Naki era o segundo homem mais importante na equipe que
fez o primeiro transplante cardíaco da história. Porém, não podia aparecer
porque era um negro no país do apartheid. O cirurgião chefe do grupo, o branco
Christiaan Barnard, transformou-se numa celebridade a partir daí. Porém Hamilton
Naki não podia sair nas fotografias da equipe. Quando apareceu numa, por
descuido, o hospital informou que era um empregado do serviço de limpeza.
Naki usava bata e máscara, porém jamais estudou medicina ou cirurgia. Havia
abandonado a escola aos 14 anos. Era jardineiro na Escola de Medicina da Cidade
do Cabo. Começou limpando as jaulas, e, sendo curioso, aprendia depressa.
Aprendeu a técnica cirúrgica, vendo os médicos brancos que praticavam
transplantes em cães e porcos.
Transformou-se num cirurgião tão excepcional, que o Dr. Barnard o requisitou
para a sua equipe. Mas isto era um problema para as leis sul-africanas. Naki, negro, não
podia operar pacientes brancos ou tocar no seu sangue. Porém, o hospital considerava-o
tão valioso que fez uma excepção e o transformou num cirurgião clandestino.
Mas isso não importava e ele continuou estudando e dando o melhor de si,
apesar da discriminação. Era o melhor. Dava aulas aos estudantes brancos, ganhando salário de técnico de laboratório, o máximo
que o hospital podia pagar a um negro. Vivia numa barraca sem luz eléctrica nem
água corrente, num gueto da periferia, como correspondia a um negro.
Hamilton Naki ensinou cirurgia durante 40 anos e retirou-se com uma pensão de
jardineiro, de 275 dólares por mês. Quando o apartheid terminou, concederam-lhe
uma condecoração e o título de médico honoris causa. Nunca reclamou das
injustiças que sofreu ao longo de toda a sua vida. Apesar da clandestinidade e
discriminação, jamais deixou de dar o melhor de si na sua paixão em ajudar a
viver. Hamilton Naki, médico magnífico e um ser
humano excepcional numa sociedade estúpida e desigual.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
PRÓXIMA MARCHA, 6 de ABRIL - PADERNE
Voltemos a Paderne, onde já não íamos desde o feriado de 5 de Outubro de 2012. Desta vez a um domingo o que é inteiramente merecido dada a qualidade do percurso (se for o mesmo), um misto de dificuldade e regresso ao passado histórico daquela região. A passagem pelo castelo (um dos sete da nossa bandeira) construido no sec. XII, e pela ponte medieval são motivos mais que justificados, se não houvesse outros, para não podermos faltar a esta marcha. O castelo foi reconquistado definitivamente em 1248, no reinado de D. Afonso III, por D. Paio Peres Correia, sendo a partir dessa data que se inicia o repovoamento da região. Este castelo foi perdendo importância estratégica a foi abandonado a partir do Sec. XVI, quando a povoação se deslocou para o local onde hoje se encontra. O terramoto de 1755 encarregou-se de quase o destruir. Com a classificação de Imóvel de Interesse Publico, por decreto de 22-11-1971 e a aquisição pelo Ministério da Cultura em 1997, permitiram que iniciassem trabalhos de prospecção arqueológica, tendo em vista a sua recuperação. Quando por ali passarmos, repare-se na sua forma quadrangular irregular, nos muros em taipa e nos indícios de estilo gótico e manuelino ainda possíveis detectar.
Passemos na ponte medieval, sobre a ribeira de Quarteira, imaginando a importância que à época teria na sua finalidade de serventia do castelo, nos seus três arcos de volta perfeita de alvenaria e no ano inscrito sobre o arco central (1711).
terça-feira, 1 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
domingo, 30 de março de 2014
MARCHA DE MONCARAPACHO
São dias como estes que nos fazem sentir alegria de viver. A chuva ausente, apesar dos maus augúrios do IPMA e uma organização perfeita. A alteração do local de concentração, mais espaçoso, e do percurso, vieram contribuir para uma melhoria desta marcha, atingindo os limites da perfeição. O aquecimento pelo especialista de zumba o Ivan, a presença constante do amável, eficiente e sempre sorridente Presidente da Junta (que fez a marcha connosco, demonstrando uma invejável preparação física) ao Helder Oliveira, sempre sabedor e experiente nestas organizações, até ao staff organizativo, com destaque para a equipa de escuteiros, eficientes nas informações prestadas, tudo esteve perfeito. Assim até dá gosto.
Presentes autocarros de Faro, Monchique, Vila do Bispo, Albufeira, S. Brás de Alportel e Universidade do Algarve.
Restantes fotos AQUI.
sábado, 29 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
MUDANÇA DA HORA
No Domingo, à 01h00, temos de adiantar o
relógio uma hora. Mas porque é que temos hora de verão? E
quem foi que se lembrou disto? Ora vejamos:
Em 1784, quando ainda não existia luz eléctrica, Benjamin Franklin (conhecido
pelas suas experiências com a electricidade) propôs adiantar os relógios para
que se pudesse aproveitar melhor as horas de sol. No entanto a sua ideia não
foi muito bem aceite pelo governo norte-americano de então. Mais tarde, em
1907, foi a vez do inglês William Willett, da Sociedade de Astronomia Real, a
tentar a sua sorte junto da sociedade britânica com a mesma sugestão. Mas
também não teve sucesso. Mas a ideia foi ficando nas mentes e durante a
Primeira Guerra Mundial, a Alemanha adoptou oficialmente o horário de verão,
sendo o primeiro país a fazê-lo.
O grande objectivo do horário de verão é poupar energia, visto que temos mais
tempo de luz solar do que no Inverno.
No entanto, esta medida só funciona nos países que estão mais distantes da
linha do Equador onde os dias são sensivelmente iguais às noites durante todo o
ano.. É que quanto mais longe, mais longos são os dias e consequentemente
obtém-se mais luz solar.
No nosso país o horário de verão iniciou-se em 1916. No entanto, a mudança de
hora nesta altura do ano nem sempre foi cumprida à risca. E, por isso mesmo,
durante 14 anos não houve horário de Verão em Portugal.
Em 1997, o Parlamento Europeu decidiu uniformizar o horário de verão na Europa.
Actualmente, o horário de verão em Portugal começa a partir do último domingo
de Março até ao último domingo de Outubro, altura em que voltamos a alterar os
relógios.
Durante o horário de Verão é normal haver luz solar entre 18h30m e 20h15m.
Esta alteração de horário pode deixar-nos menos produtivos na escola ou
no trabalho durante os primeiros dias, até o nosso corpo se habituar à nova
rotina.
No próximo domingo à 1 hora da manhã devemos adiantar o relógio 1 hora e, cuidado para não chegarmos à marcha de Moncarapacho com uma hora de atraso.
quinta-feira, 27 de março de 2014
BÊBADO MAS COM MUITO CLASSE
Às 3 da manhã, um bêbado é detido pela polícia. O
agente pergunta :
-Onde vai a estas horas?
-Vou assistir a uma palestra sobre o abuso do
álcool e seus efeitos letais para o organismo, o mau exemplo, as consequências
nefastas para a família, bem como a questão da irresponsabilidade
absoluta e os problemas que causa no ambiente familiar.
Sem acreditar no que está a ouvir, o agente olha
para ele e pergunta-lhe :
-A sério? E ... quem vai dar essa
palestra a esta hora da madrugada?
-A minha mulher, claro! Assim que eu chegar a casa.
quarta-feira, 26 de março de 2014
PRÓXIMA MARCHA - MONCARAPACHO
Organização da nova Junta, denominada União das Freguesias de Moncarapacho e Fuzeta. Espera-se uma marcha bem organizada com o toque de Midas do Helder Oliveira. Concentração no local habitual, a Praça Major João X. Castanheda.
Fotos acima da marcha do ano passado.
Atenção à mudança da hora. No início da noite devem adiantar o relógio uma hora, pelo que terão menos uma hora de sono. Assim o início da marcha, pelo novo horário, começa uma hora mais cedo (as 10 horas de domingo, seriam 9 horas no dia anterior).
Atenção à mudança da hora. No início da noite devem adiantar o relógio uma hora, pelo que terão menos uma hora de sono. Assim o início da marcha, pelo novo horário, começa uma hora mais cedo (as 10 horas de domingo, seriam 9 horas no dia anterior).
terça-feira, 25 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
MARCHA DE ESTOI
Durinha, durinha, própria para marchantes bem treinados. Foram 10,5 km muito exigentes, mas simultaneamente belos. E a beleza começou logo no local de partida, em frente à Igreja Matriz, orgulhosa da sua imponente escadaria, vigiando, do alto, os marchantes, vaidosa da sua idade (1540). Depois a passagem por aqueles cerros, de intermináveis subidas que nos proporcionam, lá bem no alto, uma vista de estarrecer, quer a norte, com S. Brás ao fundo, quer a sul, com Faro e o azul do nosso mar. E no final, a apoteose, a inesperada passagem pelo belíssimo Palácio de Estoi, classificado de Interesse Público, em 1977, impante no seu estilo rococó.
Mas outros motivos de interesse tornaram esta marcha muito agradável, desde logo o aquecimento da Profª Carina, uma maravilha de entusiasmo, simpatia e competência, a exemplar organização e o enorme apoio de águas e fruta. Valeu a pena, apesar de não concordarmos muito com o quebrar dos nossos hábitos no que diz respeito à alteração do dia da semana e hora.
Autocarros de autarquias...nem vê-los.
Restantes fotos AQUI.
sexta-feira, 21 de março de 2014
MARCHANDO E RINDO
Um casal andava às compras no centro
comercial, quando, de repente, a mulher perdeu de vista o marido.
Enfurecida, agarrou no telemóvel e ligou para ele:
-Ó meu desgraçado, como é que desapareces e nem me avisas? És sempre o mesmo
anormal. Onde é que estás?
Calmamente, ele explica:
-Querida, lembras-te daquela joalharia onde viste aquele colar de diamantes de
que gostaste muito, mas que naquele dia eu não tinha dinheiro para to comprar, e
disse na altura que um dia ele seria teu?
Envergonhada pela maneira grosseira com que falou com o marido, ela abriu um
sorriso de orelha a orelha e, com os olhos brilhantes, respondeu, toda melosa:
-Ó meu amorzinho, lembro sim. Claro que estou lembrada, meu querido.
Responde o marido:
-Pois. Eu estou no bar ao lado.
quinta-feira, 20 de março de 2014
O REGRESSO
Em tempos, AQUI no nosso blog, expressava a minha preocupação pela ausência nesta época de marchas, do homem das fotos acima, sem que conseguisse obter quaisquer respostas. Pois na marcha de Faro tive a grata surpresa de reencontrar esta força da natureza, 86 anos de genica e simpatia. Caro Anibal Silva, que bom foi vê-lo em tal forma, que até os 10 km do percurso maior foram "canja" para si.
quarta-feira, 19 de março de 2014
SALPICOS DA MARCHA DE FARO
Esta marcha mereceu todos os encómios que foram produzidos. Parabéns ao homem que aparece na foto acima, ao lado da menina do aquecimento, o Luis Candeias (lembram-se dele, o excelente guarda-redes do Farense na década de 90 e inícios de 2.000), o primeiro responsável de uma vasta equipa (mais de 20 pessoas), que pôs de pé esta marcha excepcional. Transcrevo, abusivamente, um comentário de um marchante, o Toia Montes (as minhas desculpas pela audácia), que respiguei, entre muitos, do Facebook e que retrata de forma sucinta, mas precisa, o que se passou no domingo:
"RIA FORMOSA - A EXCELÊNCIA DE UMA MARCHA
Os organizadores da XV Marcha/Corrida da Ria Formosa tiveram tudo a seu favor para que nada corresse mal. Desde logo, a magnificência do espaço, depois o clima, óptima temperatura, sem vento e muito sol. Depois o percurso com um cheiro a pinho e a estevas a que se juntou uma impressionante moldura humana. Veio gente de todo o lado, por si só, ou com vizinhos, com amigos ou em família e andaram, marcharam ou correram e houve quem puxasse cães ou empurrasse carrinhos com bebés. A distância era à medida de cada um, 4, 7 ou 10 kms. e em qualquer dos casos o apoio nunca faltou. A organização esmerou-se, tanto na marcação do percurso como no abastecimento e só assim é que foi possível contentar mais de 2.000 participantes. Agora, por algo igual, há que esperar pelo próximo ano, dado que este evento tem vindo a melhorar em cada edição".
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