quarta-feira, 26 de junho de 2013

DIA 30 EM SÃO BRÁS DE ALPORTEL


Em junho, o Ciclo de Passeios Natureza de São Brás de Alportel ingressa na Rota da Cortiça
No mês de junho, época em que os tiradores de cortiça despem com mestria o sobreiral, o Ciclo de Passeios Natureza de São Brás de Alportel convida a descobrir passo a passo a Rota da Cortiça, no próximo domingo, dia 30. Neste mês especial que assinala o Dia do Município e o Dia Nacional da Cortiça - 1 de junho – o ciclo de passeios parte com destino à Rota da Cortiça, tendo como ponto de encontro o Centro Museológico de Alportel, pelas 09h30*. A história de São Brás de Alportel está intimamente associada ao setor corticeiro, um universo que contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento de São Brás e para a sua elevação a concelho. Neste âmbito, com o apoio da Associação Rota da cortiça e de uma especialista em património, o Ciclo de Passeios Natureza convida a desvendar a singularidade da história corticeira de São Brás de Alportel, com um passeio pelo sobreiral e pela atualidade da fileira da cortiça. “A Cortiça é o fio condutor de uma viagem marcada por 6 pontos de interesse: Património, Natureza, Vida Rural, Tradição, Inovação e Conhecimento que constituem diferentes polos temáticos deste itinerário a percorrer.” Para ingressar nesta viagem ao mundo da cortiça, os participantes devem inscrever-se através do Tel. 289 840 005/ 019 ou e-mail. municipe@cm-sbras.pt
 *De acordo com as condições climáticas este passeio poderá ser realizado no final do dia. Caso se verifique, esta alteração será devidamente transmitida aos participantes inscritos. 

 

Cláudia Guerreiro
Gabinete de Imagem, Documentação e Informação
Tel: 289 840 003   E-Mail: claudia.guerreiro@cm-sbras.pt
 
Câmara Municipal de São Brás de Alportel
Rua Gago Coutinho, n.º 1  8150-151 São Brás de Alportel
Tel: 289 840 000  Fax: 289 842 455

 

GALERIA DOS NOTÁVEIS FIGURÕES

O Zé Maria, essa força da natureza.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

MARCHANDO E RINDO

A LOJINHA DO ABDUL
Um sujeito engravatado entra na lojinha do Abdul, no Martim Moniz, em Lisboa, e olha com desprezo para o balcão escuro, as roupas penduradas em ganchos, as caixas de papelão, os invólucros de plástico aos montes pelo chão...
Abdul irrita-se com o desprezo do tipo e resmunga:
-Está a olhar para a loja do Abdul com cara de parvo, porquê? Com esta lojinha, Abdul tem apartamento no Cascais, tem apartamento no Algarve, tem casa no Chiado, tem quinta no campo, tem filho a estudar medicina nos Estados Unidos, tem filha estudando moda em Paris. Tudo só com lojinha.
-Bom dia, eu sou fiscal das Finanças.
-Muito prazer! Eu, Abdul, monhé mais mentiroso do Martim Moniz...

sexta-feira, 21 de junho de 2013

MONCHIQUE E A MARCHA FINAL


Com a devida vénia e os agradecimentos ao Prof. Emanuel Varela da Câmara de Monchique, transcrevemos o email que nos enviou e as quadras da Aldina Correia. O Programa Nacional de Marcha e Corrida tem também uma finalidade cultural e popular, que se expressa nas visitas que fazemos aos diversos locais do nosso querido Algarve, e a estas surpresas que temos todo o prazer em divulgar neste vosso blog. Obrigado ao Emanuel, à Aldina e os parabéns à Câmara Municipal pela iniciativa do almoço.
(Caro Emanuel, há fotos do almoço?)

Exmo. Sr. Jorge Lopes,
No passado dia 15 de junho (sábado) o grupo de Monchique realizou um almoço convívio para assinalar o final de época de mais um ano de marcha-corrida.
Neste almoço a marchante, Aldina Correia, recitou umas quadras, escritas por ela, alusivas à nossa participação nas marchas corrida, que lhe envio para o caso de achar interessante publicar no blog das marchas.


Com os melhores cumprimentos,
Emanuel Varela
Técnico Superior de Educação Física


Caminhadas

Começo assim por dizer
Com as minhas simples palavras
É dedicado a todos vós
Se referem às caminhadas  

Foram na praia e no campo
Dias de frio e calor
Nada disto tinha sentido
Sem a orientação do professor

Convivemos com outras gentes
E se fizeram amizades
Vinham novos e mais velhos
E eram de meias idades

Havia sempre bolinhos
Licores e aguardente
De regresso as nossas casas
Estava mais leve a nossa mente

Mamamaratona foi a primeira
Foi na zona Ribeirinha
Depois foi em Bensafrim
Onde mora uma amiga minha

Em novembro fomos à Fuzeta
A seguir foi em Quarteira
Em Dezembro fomos também
À cidade de Albufeira

Na Conceição de Tavira
Quando o ano terminou
Algoz e São Sebastião
No ano novo começou

A São Brás de Alportel
Foi a dez de fevereiro
Depois logo a vinte e quatro
Fomos ao sitio do Pereiro

Quelfes, Faro e Monchique
Foi no mês a seguir
Rogil, St.ª Bárbara de Nexe
Foi então já em abril

Em maio fomos a Silves
Depois fomos a Ferragudo
Temos recebido algumas T-shirts  
Eu já disse quase tudo

Vila do Bispo foi a final
Que festejamos com o piquenique
Terminamos com este almoço
Aqui na Serra de Monchique
 
Por todo este convívio
A todos quero agradecer
Desculpem qualquer coisinha
Que eu melhor não sei fazer
 
Para todos o meu abraço
Com carinho e muito amor
Peço uma grande salva de palmas
Ao nosso grupo e ao professor

(Ilustramos este post com uma imagem da marcha de Monchique).

quinta-feira, 20 de junho de 2013

GALERIA DOS NOTÁVEIS FIGURÕES

Iniciamos, hoje, a publicação de algumas fotomontagens de alguns marchantes que todos conhecem, graças à sua constante presença, simpatia e camaradagem. Nada melhor, para começar, do que o João do Carmo e o seu filhote, o Simão. O João é o responsável, como todos sabem, pela organização do Programa de Marcha e Corrida no Algarve. O João é tão porreiro que até o Obama gosta dele.

terça-feira, 18 de junho de 2013

A SOGRA



Um marido ganhou, num sorteio, 3 passagens para Jerusalém.
Ao chegar a casa feliz com tanta sorte, pede à esposa para preparar as malas e ao mesmo tempo telefona à mãe para que ela beneficiasse do terceiro bilhete. Só que a mulher exigiu levar a mãe dela e depois de uma enorme discussão e, para pôr fim à briga, ele resolve fazer a vontade à mulher e levar a sogra. 
Durante a visita a Jerusalém e aos lugares santos por onde Cristo andou, a sogra, muito emocionada, sente-se mal. Levam a velha para o hospital onde acaba por falecer. 
O marido conversando com o pessoal do hospital, e para ver o que ia fazer com a falecida, perguntou quanto custava um funeral em Jerusalém.
Disseram que, na moeda Portuguesa, seriam uns 1.000,00 €.
Perguntou também quanto custaria mandar o corpo para Portugal. Responderam que com o transporte tudo ficaria por uns 10.000,00 €.
O marido então escolheu mandar a sogra para Portugal.
O pessoal do hospital e a esposa olharam espantados para ele sem entender, e perguntaram-lhe a razão porque escolheu mandar o corpo para Portugal quando era muito mais caro.
O marido respondeu: 
-Vocês já tiveram um caso de ressurreição aqui... Prefiro não arriscar...

sexta-feira, 14 de junho de 2013

A CRISE ACTUAL BEM EXPLICADINHA


Um homem apareceu numa aldeia do interior esquecido e ofereceu aos seus habitantes 100 euros por cada burro que lhe vendessem. Uma parte da população vendeu os seus animais. Nos dias seguintes voltou e ofereceu melhores preços, 150€, depois 300€ por cada burrico, até comprar todos os burros da aldeia. Ao ver que não havia mais animais disponíveis, o homem ofereceu 500€ por cada burrico, prometendo voltar na semana seguinte para comprar todos os burros que aparecessem. No dia seguinte mandou à aldeia um cúmplice com os burros que tinha comprado, oferecendo-se para os vender a 400€ cada um. Com a ganância de os vender a 500€ na semana imediata, todos os aldeãos compraram os burros a 400€. Quem não tinha dinheiro pediu emprestado.  Como era de esperar, o primeiro comprador e o seu cúmplice desapareceram, a aldeia ficou cheia de burros e endividada. Quem tinha pedido dinheiro não pagou os empréstimos por não ter vendido os burros. Quem emprestou ficou arruinado porque não recebia e não podia continuar a emprestar. Para que os prestamistas não se arruinassem, o presidente da Junta, em vez de ajudar os aldeãos a pagar as dívidas, emprestou aos próprios prestamistas. Mas estes, não perdoaram as dívidas aos aldeãos. Deste modo, o presidente da Junta desbaratou o orçamento da freguesia, que ficou também endividada. Então pediu dinheiro a outras freguesias, mas estas recusaram-se porque jamais receberiam de volta o seu dinheiro. Resultado: Os chico-espertos do princípio do negócio ficaram de papo cheio, mas os aldeãos ficaram sem jumentos e ainda mais pobres porque continuaram a pagar juros e tiveram que entregar os burros, agora desvalorizados e que não cobriam as dívidas. Resultado: muita gente arruinada e sem burro para toda a vida. A Junta de Freguesia também arruinada.
Resultado final: Para solucionar esta preocupante situação e salvar toda a aldeia a Junta…
BAIXOU O ORDENADO A TODOS OS SEUS FUNCIONÁRIOS.